Terapia, orientação parental e supervisão clínica para pessoas, casais, famílias e profissionais que desejam construir conversas mais cuidadosas, ampliar compreensões e encontrar caminhos possíveis em situações de sofrimento, conflito ou mudança.
Sou pedagoga, mestre e doutora em Psicologia, terapeuta familiar e de casal, orientadora parental e supervisora de terapeutas. Trabalhei na Secretaria de Educação de Campinas e fui docente no Departamento de Psicologia da USP-RP. Trabalho com pessoas e seu desenvolvimento há 3 décadas.
Escuta dialógica para revisitar histórias e ampliar entendimentos sobre si.
Um espaço para restabelecer o diálogo e a reconexão a dois.
Acompanhamento em momentos de conflito, mudança ou reorganização.
Acolhimento, psicoeducação e estratégias práticas para pais e mães, com foco na relação com os filhos.
Interlocução sobre casos e práticas clínicas.
Encontros entre pares para aprofundar as práticas dialógicas, narrativas e colaborativas.
Facilitação de encontros por Aglaia Ruffino Jalles, Camila Martins Lion e Cristina Márcia Caron Ruffino, com participantes e equipe de projeto reunidos em torno das histórias que nos atravessam.
Minha trajetória pode ser contada como uma longa conversa sobre relações humanas — e sobre tudo o que elas tornam possível. Comecei pela educação. Sou pedagoga, formada pela Unicamp, e atuei na Secretaria de Educação de Campinas, onde desenvolvi projetos que buscavam inovar as práticas educativas.
Essa inquietação me levou ao mestrado e ao doutorado em Psicologia, estudando o desenvolvimento humano e as interações pelas quais construímos, junto ao outro, nossa identidade e nossas formas de interagir, pensar e de aprender. Tornei-me docente do Departamento de Psicologia da USP de Ribeirão Preto e, nesse percurso, fiz a formação em Terapia Familiar pelo Instituto Familiae — e ali me apaixonei pela clínica.
Com a saudosa e querida Dra. Marisa Japur, fundei o Instituto ConversAções, pelo qual desenvolvemos trabalhos de Facilitação de Diálogos e Mediação de Conflitos em contextos familiares, institucionais e empresariais. Hoje, dedico-me àquilo que dá sentido a toda essa história: os diálogos — atendendo pessoas, casais e famílias, ou atuando como supervisora de terapeutas.
Trabalho a partir de uma epistemologia construcionista social — a compreensão de que os significados que damos às nossas vidas, aos nossos problemas e a nós mesmos são construídos nas relações e nas conversas de que participamos. Se foi em conversas que certas histórias se tornaram dolorosas ou aprisionantes, é também em conversas que novas histórias, mais dignas e possíveis, podem ser construídas.
Não me vejo como alguém que diagnostica e trata, mas como alguém que conversa, com curiosidade genuína, com respeito pelos saberes de cada pessoa e com confiança nos recursos que cada um carrega, mesmo quando, em momentos difíceis, eles parecem invisíveis.
O ConversAções foi fundado em 2006 pelas professoras Dra. Cristina Ruffino e Dra. Marisa Japur (in memoriam). O propósito era aproveitar a expertise desenvolvida como professoras do Departamento de Psicologia da USP-RP, somada à experiência em instituições de ensino e saúde, para oferecer a empresas, instituições e famílias um atendimento qualificado diante de conflitos.
A qualidade do atendimento logo se tornou reconhecida, e surgiram os primeiros cursos de formação — para que outros profissionais também pudessem adquirir esses recursos.
Terapia individual, de casal e de família.
Ver mais →Orientação parental, vínculo, limites e cuidados.
Ver mais →Supervisão clínica, grupos de estudo e formação.
Ver mais →Um espaço dialógico e colaborativo para pessoas, casais e famílias que atravessam momentos de sofrimento, conflito ou transição, e desejam construir, juntos, novas compreensões e caminhos possíveis.
Um espaço de escuta para revisitar histórias pessoais e ampliar entendimentos sobre si mesmo.
Diálogos que ajudam casais a reconstruir compreensões mútuas e encontrar caminhos possíveis juntos.
Acompanhamento para famílias que atravessam conflitos, mudanças ou momentos de reorganização.
Orientação parental individual ou em grupos: conversas para acompanhar pais e mães nos desafios da criação — vínculo, limites e cuidados — com curiosidade e sem julgamento.
Acompanhamento individual para pais e mães diante dos desafios cotidianos da criação.
Encontros em grupo para trocar experiências sobre o desenvolvimento infantil.
Espaços de interlocução para terapeutas que desejam aprofundar suas práticas dialógicas, narrativas e colaborativas.
Interlocução individual sobre casos e práticas clínicas.
Encontros coletivos para aprofundar teoria e prática entre pares.
Reflexão sobre práticas dialógicas, narrativas e colaborativas.
Obras e artigos que participam do meu percurso no campo das práticas colaborativo-dialógicas, narrativas e construcionistas.
Obras coletivas das quais participo com capítulos de minha autoria.
Como os processos dialógicos e neurofisiológicos da corregulação emocional influenciam a experiência terapêutica? O capítulo integra a filosofia budista, a psicologia sociocultural de Vygotsky, o pensamento sistêmico de Bateson e a neurociência interpessoal de Siegel para explorar como a intersubjetividade e a sintonia relacional sustentam o processo terapêutico — convidando o terapeuta a cultivar um espaço de diálogo mais humano, responsivo e transformador.
Ver na Amazon
Relato da experiência de um grupo terapêutico de casais LGBTQIAP+ conduzido a partir da concepção colaborativo-dialógica. Mostramos como o processo dialógico oportunizou transformações em diferentes dimensões — relações e posicionamentos, estrutura, formato, extensão e conteúdo — e como a investigação relacional orientou o processo terapêutico, terapia e pesquisa alimentando-se mutuamente.
O que é resiliência familiar e como cultivá-la em tempos difíceis? Um convite a olhar de forma mais terna e corajosa para a vida em família: vínculos, escuta, flexibilidade e cuidado mútuo ajudam famílias a atravessar crises, reorganizar emoções e construir esperança — a resiliência compreendida como processo relacional e dinâmico, não como traço individual fixo.
Ver na Editora Literare
Livro desenvolvido com um grupo de adolescentes com histórico de autolesões e tentativas de suicídio, inspirado nas Práticas Narrativas Coletivas. Deste trabalho nasceu também a música Girassóis, da banda Kilotones.
“Minha admiração pelo que se oferece aqui não tem limites.” — Kenneth J. Gergen
Descreve as práticas de formação de mediadores desenvolvidas no ConversAções: a mediação compreendida como jogo relacional, a linguagem como prática social e o desafio de propor uma prática pedagógica coerente com a perspectiva construcionista social — sem prescrever aos alunos “a forma de ser” construcionista.
Ver na Amazon
Guia prático e inspirador que aplica as ideias do Construcionismo Social ao trabalho com grupos, com foco em como realidade e soluções são cocriadas através do diálogo e das relações.
Descreve como facilitadores e participantes constroem, juntos, o contexto conversacional do grupo: o acolhimento, os acordos de convivência e a circulação da palavra que permitem que cada um se expresse, se escute e negocie sentidos — condição para que o grupo se torne, de fato, dialógico.
Apresenta conversas cujo propósito é gerar novas conversas: práticas grupais que ampliam vozes e perspectivas e convidam os participantes a seguir dialogando para além do encontro — nos grupos, nas famílias e nas comunidades.
Ver no Taos InstituteArtigos publicados na Nova Perspectiva Sistêmica, revista do Instituto Noos.
Análise teórico-clínica integradora do Diálogo Aberto e do Diálogo Antecipatório no manejo da crise suicida. A partir de um caso clínico, ilustra como essas práticas se complementam na criação de espaços terapêuticos seguros e promotores de esperança — uma alternativa humanizada às práticas tradicionais no sofrimento psíquico agudo.
Entrevista sobre o trabalho com adolescentes em situação de risco — autolesões e ideação suicida — em uma escola municipal de Ribeirão Preto, inspirado nas Práticas Narrativas Coletivas de Denborough. O percurso que deu origem ao livro Viajando por Histórias e à música Girassóis.
Ecos do artigo de Marisa Japur, em homenagem à autora, grande amiga e parceira de trabalho. Entrelaça o atendimento a uma equipe multiprofissional de saúde, acompanhado por equipe reflexiva, com a história da construção do Instituto ConversAções — e o grupo como espaço de unidade e de diferença.
A partir do artigo de Winslade e Monk, reflete sobre a mediação no judiciário brasileiro e o cuidado com casais parentais em processos de divórcio: mais do que produzir acordos, a mediação narrativa cria condições para novas narrativas de confiança e colaboração — com recursos como a escuta dupla e a contra-história.
Publicações para as quais contribuí com a tradução de capítulos.
Publicação da WorldShare Books, vinculada ao Taos Institute e organizada no âmbito do TILAC — Taos Institute Latin America, Spanish & Portuguese Council. A obra reúne autores e autoras latino-americanos que contribuem para a expansão do construcionismo social em diferentes campos de prática, pesquisa e intervenção, valorizando saberes situados, práticas locais e a construção conjunta de sentidos. Participei com a tradução de dois capítulos, em continuidade ao meu percurso de estudo, prática e ensino no campo das abordagens colaborativo-dialógicas, narrativas e generativas.
Ver no Taos Institute
Publicação da WorldShare Books, vinculada ao Taos Institute, que reúne contribuições apresentadas na conferência de 25 anos do instituto — colocando em diálogo perspectivas relacionais, colaborativas e dialógicas de diferentes campos de prática e pesquisa. Participei desta publicação com colaboração na tradução.
Ver no Taos InstituteArtigos organizados em quatro conversas: terapia de casal, orientação parental, terapia e reflexões.
Um ambiente onde é possível sair dos padrões habituais de comunicação para experimentar novas formas de escuta e expressão — ampliando a chance de restabelecer o diálogo e a conexão.
Ler no blog →“Este texto tocou algo em você? Será uma alegria ouvir suas impressões.”
Comentar pelo WhatsApp“Se algo do que você viu por aqui fez sentido, será uma alegria conversarmos.”
Chamar no WhatsApp