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Queixas x Pedidos

23/7/2024

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Por Cristina Ruffino.
Há uma diferença grande entre fazer uma queixa ou fazer um pedido. O posicionamento em que coloco @ outr@ quando eu me queixo del@ e onde me coloco é totalmente diferente, ainda que eu não tenha a intenção. Quando me queixo, @ posicion@ como:
  • Quem está errad@/não é adequad@/não é confiável/não fez bem feito...
Ao mesmo tempo, sem perceber, eu me posiciono como quem:
  • Consegue perceber adequadamente a situação/teria feito certo/tem mais responsabilidade/faz as coisas bem feitas...

O que conseguimos com queixas é a reação de defesa d@ outr@, porque, provavelmente el@ se sentirá atacad@ /criticad@ /julgad@.

Além disto, a queixa fala do passado: o que @ outr@ fez / não fez. E não diz nada sobre o que eu desejo para o futuro.

Se eu transformo a queixa em um pedido, identificando o que eu quero que aconteça, pelo que e colocando para @ outr@ isso de forma afirmativa, ou seja, ao invés de falar o que @ outr@ não fez, diga o que você gostaria que @ outr@ fizesse para ser bom para ambos. Exemplo: 
Ao invés de:
  • “Você nunca está pront@ no horário, eu não aguento mais chegar atrasado por causa de você”.
Diga:
  • “Eu gostaria muito que chegássemos cedo para pegarmos um bom lugar, você acha que conseguiria se planejar para ficar pront@ as .... horas?”

Com o pedido, eu posiciono @ outr@ como alguém que pode me compreender e que eu acredito que colaborará se puder. Ou seja, pedindo eu demonstro confiança n@ outr@ e na relação. Se @ outr@ não for poder me atender por algum motivo, el@ poderá me dizer.

Ao fazer um pedido (e não uma queixa) eu também estarei focando no problema e não na pessoa. Veja a diferença:
  • “Você sempre me atrasa e nunca consigo assistir ao show porque só sentamos no fundo, melhor não te levar mais”.
  • aqui o problema é a pessoa.
Para:
  • “Chegar tarde tem nos deixado sem conseguir um bom lugar, acredito que tenha sido ruim para nós dois. Vamos tentar chegar no horário e pegar um lugar melhor? Você poderia se preparar para sairmos mais cedo?”
  • aqui o problema é chegar tarde.
  • O outro se torna meu aliado para resolver o problema. 

Gostaria de observar se frente aos seus descontentamentos você tem levado para @ outr@ suas queixas ou seus pedidos? 

Obs. Nem sempre você conseguirá, tudo bem, você está em processo. Não desista só porque cometeu erros ou porque vê @ outr@ cometendo. Assuma que estão aprendendo e que haverá deslizes para velhos padrões. Observe, reconheça, respire e tente de novo.

Lembre-se que não é pel@ outr@, é por você. Você merece conversas mais leves e mais produtivas. Se ofereça isso.
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    Cristina Ruffino

    Sou Pedagoga (Unicamp), Mestre em Psicologia (Unicamp), doutora em Psicologia pela USP-RP. 

    ​Trabalhei na Secretaria de Educação de Campinas e fui docente no Departamento de Psicologia da USP-RP. 

    ​Trabalho com pessoas e seu desenvolvimento há 3 décadas. Inicialmente como professora, formadora de professores, pesquisadora do desenvolvimento e habilidades sociais, culminando com a clínica terapêutica. Assumo uma abordagem dialógica colaborativa, sustentada por uma epistemologia Construcionista Social, que representa uma das principais contribuições no panorama dos novos paradigmas da pós-modernidade.

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