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Instituto ConversAções · Ribeirão Preto

Vamos conversar?

Terapia, orientação parental e supervisão clínica para pessoas, casais, famílias e profissionais que desejam construir conversas mais cuidadosas, ampliar compreensões e encontrar caminhos possíveis em situações de sofrimento, conflito ou mudança.

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Cristina Ruffino
Profa. Dra. Cristina Ruffino
Terapeuta de Família, Casal e Indivíduo

Sou pedagoga, mestre e doutora em Psicologia, terapeuta familiar e de casal, orientadora parental e supervisora de terapeutas. Trabalhei na Secretaria de Educação de Campinas e fui docente no Departamento de Psicologia da USP-RP. Trabalho com pessoas e seu desenvolvimento há 3 décadas.

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Como posso te acompanhar

“Se foi em conversas que certas histórias se tornaram dolorosas ou aprisionantes, é também em conversas que novas histórias, mais dignas e possíveis, podem ser construídas.”
Cristina Ruffino
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e-Book · Viajando por Histórias
as minhas, as suas, as nossas

Facilitação de encontros por Aglaia Ruffino Jalles, Camila Martins Lion e Cristina Márcia Caron Ruffino, com participantes e equipe de projeto reunidos em torno das histórias que nos atravessam.

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Quem sou

Cristina Ruffino

Profa. Dra. Cristina Márcia Caron Ruffino · Terapeuta de Família, Casal e Indivíduo

Minha trajetória pode ser contada como uma longa conversa sobre relações humanas — e sobre tudo o que elas tornam possível. Comecei pela educação. Sou pedagoga, formada pela Unicamp, e atuei na Secretaria de Educação de Campinas, onde desenvolvi projetos que buscavam inovar as práticas educativas.

Cristina Ruffino no consultório

Essa inquietação me levou ao mestrado e ao doutorado em Psicologia, estudando o desenvolvimento humano e as interações pelas quais construímos, junto ao outro, nossa identidade e nossas formas de interagir, pensar e de aprender. Tornei-me docente do Departamento de Psicologia da USP de Ribeirão Preto e, nesse percurso, fiz a formação em Terapia Familiar pelo Instituto Familiae — e ali me apaixonei pela clínica.

Com a saudosa e querida Dra. Marisa Japur, fundei o Instituto ConversAções, pelo qual desenvolvemos trabalhos de Facilitação de Diálogos e Mediação de Conflitos em contextos familiares, institucionais e empresariais. Hoje, dedico-me àquilo que dá sentido a toda essa história: os diálogos — atendendo pessoas, casais e famílias, ou atuando como supervisora de terapeutas.

Como entendo meu trabalho

Trabalho a partir de uma epistemologia construcionista social — a compreensão de que os significados que damos às nossas vidas, aos nossos problemas e a nós mesmos são construídos nas relações e nas conversas de que participamos. Se foi em conversas que certas histórias se tornaram dolorosas ou aprisionantes, é também em conversas que novas histórias, mais dignas e possíveis, podem ser construídas.

Não me vejo como alguém que diagnostica e trata, mas como alguém que conversa, com curiosidade genuína, com respeito pelos saberes de cada pessoa e com confiança nos recursos que cada um carrega, mesmo quando, em momentos difíceis, eles parecem invisíveis.

“Se algo do que leu aqui fez sentido para você, será uma alegria conversarmos.”
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O Instituto

Instituto ConversAções

O ConversAções foi fundado em 2006 pelas professoras Dra. Cristina Ruffino e Dra. Marisa Japur (in memoriam). O propósito era aproveitar a expertise desenvolvida como professoras do Departamento de Psicologia da USP-RP, somada à experiência em instituições de ensino e saúde, para oferecer a empresas, instituições e famílias um atendimento qualificado diante de conflitos.

A qualidade do atendimento logo se tornou reconhecida, e surgiram os primeiros cursos de formação — para que outros profissionais também pudessem adquirir esses recursos.

2006 — Fundação do Instituto ConversAções.
Curso de Formação de Mediadores de Conflito, credenciado pelo NUPEMEC-SP — 13 turmas formadas ao longo de uma década.
2015 — Curso de Formação de Terapeutas Familiares, credenciado pela APTF–ABRATEF, 3 turmas formadas até 2021.
2018 — Falecimento da querida Dra. Marisa Japur.
2022 — Dedicação exclusiva ao atendimento clínico e à supervisão de profissionais.
Para pessoas, casais e famílias

Espaço para conversas cuidadosas

Um espaço dialógico e colaborativo para pessoas, casais e famílias que atravessam momentos de sofrimento, conflito ou transição, e desejam construir, juntos, novas compreensões e caminhos possíveis.

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Pessoas & Famílias

Terapia Individual

Há momentos em que as histórias que contamos sobre nós mesmos ficam estreitas demais, saturadas de problemas, de cobranças, de versões de nós que não nos cabem mais. A terapia individual, do jeito que a pratico, é um espaço de conversa para reencontrar amplitude: revisitar essas histórias com curiosidade e cuidado, e construir, juntos, narrativas em que caibam também seus recursos, seus valores e suas possibilidades.

Não trabalho a partir da ideia de que há algo errado em você a ser consertado. Trabalho na perspectiva dialógica e colaborativa: você traz o conhecimento sobre sua vida, ninguém a conhece melhor, e eu trago minha experiência em conversar de um jeito que abre caminhos. Nas nossas conversas, exploramos o que você vive e sente, identificamos forças e recursos que as histórias difíceis às vezes deixam invisíveis, e fortalecemos aquilo que faz sentido para a vida que você quer viver.

Quem costuma me procurar

Pessoas em momentos muito diversos chegam até mim. Algumas estão atravessando inflexões e decisões importantes, e sentem que conversas reflexivas ajudariam a clarear o caminho. Outras estão lidando com mudanças que a vida trouxe, como um divórcio, a perda de alguém querido, a perda de um trabalho, e precisam de companhia para reorganizar a própria história. Há quem chegue querendo se expressar melhor: nomear afetos, desejos e limites nas relações com quem convive. E há quem busque, simplesmente, mais bem-estar e qualidade de vida, ou um espaço para se desenvolver e caminhar em direção ao que é importante para si.

Se você se reconheceu em algum desses momentos, ou se o seu for outro, único seu, a porta está aberta.

Como funciona

A duração do processo não é definida de antemão: cada percurso tem seu ritmo. O término é sempre uma decisão construída em conjunto, como, aliás, tudo o que acontece entre nós. Os encontros podem acontecer presencialmente em Ribeirão Preto, online ou em formato híbrido, de acordo com as suas necessidades e possibilidades.

“Se algo por aqui fez sentido, será uma alegria conversarmos.”

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Pessoas & Famílias

Terapia de Casal

Quando um casal me procura, raramente o problema é uma das duas pessoas. O que sofre, quase sempre, é a relação: os padrões de conversa que se cristalizaram, os entendimentos que deixaram de ser construídos, as histórias que cada um passou a contar sobre o outro. Por isso, na terapia de casal, quem está no centro do cuidado não é um nem outro: é o que existe entre vocês.

Meu trabalho é construir, com vocês, um espaço de conversa diferente das conversas que já tentaram, um lugar onde seja possível sair dos padrões habituais de comunicação e se ouvir de verdade. Porque, muitas vezes, o que parece ser “apenas uma briga” carrega histórias mais profundas, necessidades não ditas, afetos que ainda buscam lugar. Atuo como uma testemunha sensível da relação: alguém que escuta com atenção, acolhe as emoções e convida vocês a refletirem sobre como conversam, e sobre como desejam estar um com o outro. O foco nunca é julgar quem tem razão, mas ampliar o que vocês conseguem ver do que acontece entre os dois. Na perspectiva em que trabalho, os problemas não são “coisas” que o casal tem: são significados construídos nas conversas e, por isso mesmo, podem se dissolver quando novas conversas se tornam possíveis.

Quando buscar

Casais chegam até mim por caminhos diversos. Às vezes algo inesperado abala a relação: uma traição, um desemprego, uma doença, uma perda na família. Às vezes são mudanças previstas, e até desejadas, que pedem uma reorganização do casal: o nascimento de um filho, uma mudança de cidade ou de trabalho, a saída (ou a permanência) dos filhos adultos em casa, um recasamento. E muitas vezes não há um evento: é o desgaste silencioso, os desentendimentos que se repetem, a sensação de que a convivência já não satisfaz, e de que, sozinhos, vocês não conseguem encontrar alternativas além das que já conhecem e já tentaram.

E há ainda algo importante: a terapia de casal não precisa começar na crise. Muitas vezes, é cuidando dos pequenos incômodos que evitamos que eles se transformem em grandes feridas. Buscar esse espaço pode ser, também, um gesto de fortalecimento e prevenção, um cuidado com a relação enquanto ela ainda vai bem.

Em todos esses casos, o convite é o mesmo: parar de procurar um culpado e começar a cuidar da relação.

As conversas que fazemos

Por ser um espaço aberto, a terapia de casal não se limita a uma queixa específica. Algumas das perguntas que costumam guiar nossas conversas:

O que estamos produzindo nas nossas relações? Estamos gerando o entendimento que nos satisfaz? Como participamos dos problemas que queremos resolver? Em que gostaríamos que nossa relação fosse diferente? O que de cada um se sente contemplado, ou insatisfeito, na relação? Para que nosso relacionamento mude, o que ofereço de mim? O que espero do outro?

Como funciona

Em geral, um dos dois toma a iniciativa de procurar a terapia, desejando resolver tensões ou melhorar a qualidade da relação. Na terapia de casal, a participação do parceiro ou da parceira é essencial. A partir daí, tudo se constrói em acordo: a presença de cada um nas sessões pode ser combinada e até alternada ao longo do processo, e a forma como cada um participa vai se desenhando nas próprias conversas.

Ao longo das sessões, conversas difíceis poderão emergir, e isso é esperado. Mas vocês não estarão sozinhos: estarei ali para sustentar esse processo e, quando fizer sentido, construir com vocês novas formas de conversar que sirvam também fora do consultório.

A duração do processo não é definida de antemão, e o término é uma decisão compartilhada entre nós. Os encontros podem acontecer presencialmente em Ribeirão Preto, online ou em formato híbrido, de acordo com as necessidades e as possibilidades de cada casal.

Mais do que resolver problemas, a terapia de casal é um convite a reconstituir o vínculo e a redescobrir o que realmente importa na caminhada a dois.

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Terapia de Família

A família é o lugar onde aprendemos a conversar, a sentir e a estar com os outros, e é também onde nossos estados emocionais mais se afetam mutuamente. O humor de um contagia o clima de todos; a tensão entre dois reverbera nos demais; o acolhimento de um gesto pode acalmar uma casa inteira. A isso chamamos corregulação: numa família, ninguém se regula sozinho. Cuidamos das emoções uns dos outros, para o bem e para o mal.

Por isso, quando uma família me procura trazendo “o problema de alguém” (o filho que não estuda, a adolescente que se fechou, a criança das birras intermináveis), meu convite é olhar para além da pessoa apontada. Quase sempre, quem precisa de cuidado não é um membro, mas os padrões de conversa e convivência em que todos estão enredados. E essa é uma notícia boa: se os problemas se constroem nas relações, é nas relações que eles podem se dissolver.

O que acontece nas nossas conversas

Trabalho construindo, com todos os presentes, um modo de conversar diferente do habitual, em que cada voz tem lugar, inclusive a das crianças e dos adolescentes, que tantas vezes são falados pelos adultos sem serem escutados. Atuo como uma testemunha sensível das relações: alguém que escuta com atenção, acolhe as emoções de cada um e ajuda a família a ver o que acontece entre todos, sem procurar culpados, sem julgar quem tem razão.

Nessas conversas, vamos diferenciando o que é essencial do que é preferência, o que é cuidado do que é controle. Vamos descobrindo como cada um participa dos impasses que querem resolver e o que cada um pode oferecer para que a convivência seja diferente. E vamos aprendendo, juntos, que conflitos e rupturas fazem parte de qualquer família: o que fortalece os vínculos não é a ausência de brigas, mas a forma como vocês se reparam e se reconectam depois delas.

Famílias com crianças

Com famílias de crianças pequenas, trago também o que os estudos do desenvolvimento e da neurobiologia interpessoal nos ensinam, não como rótulos sobre o que a criança “é”, mas como portas que abrem novas conversas: é nas interações afetivas com seus cuidadores que a criança aprende, pouco a pouco, a lidar com o que sente. Birras, medos e dificuldades raramente são “defeitos” da criança; são, muitas vezes, a forma como ela expressa o que a família toda está vivendo, e convites para que os adultos a acompanhem naquilo que ela ainda não consegue fazer sozinha.

Famílias com adolescentes

Convivo constantemente com pais e filhos adolescentes, e as queixas dos dois lados costumam se retroalimentar: “meu pai e minha mãe não param de implicar” de um lado; “não sai do quarto, não conversa, não estuda” do outro. Nas nossas conversas, vamos desfazendo esse nó: diferenciando o que de fato pede cuidado (segurança, saúde, estudos) do que é território legítimo do adolescente para experimentar quem está se tornando, como o cabelo colorido, a música, o estilo, que não definem caráter nem futuro. Os adolescentes estão buscando ser autores da própria vida, e não apenas obedientes; quando os adultos conseguem reconhecer suas vitórias cotidianas, em vez de responder a cada conquista com um novo “mas...”, oferecem a eles conexão, pertencimento e um parâmetro do tamanho dos sonhos que podem sonhar.

Quando buscar

Famílias me procuram em momentos diversos: diante de acontecimentos que abalam a todos, como uma perda, um divórcio, uma doença, uma crise financeira; nas transições do ciclo de vida, como a chegada de um bebê, a adolescência dos filhos, a saída (ou a permanência) dos filhos adultos de casa, os recasamentos e as novas configurações familiares; ou quando a convivência foi se desgastando aos poucos, e os desentendimentos se repetem sem que ninguém, sozinho, encontre alternativas além das já tentadas.

Como funciona

Em geral, um membro da família toma a iniciativa de procurar a terapia, e as pessoas que se sentem afetadas pelas questões são convidadas a participar. A partir daí, tudo se constrói em acordo: quem participa de cada sessão pode variar ao longo do processo, e a forma como cada um contribui vai se desenhando nas próprias conversas. A duração não é definida de antemão, e o término é uma decisão compartilhada entre nós. Os encontros podem acontecer presencialmente em Ribeirão Preto, online ou em formato híbrido, de acordo com as necessidades e as possibilidades de cada família.

Mais do que resolver o problema de alguém, a terapia de família é um convite para que vocês voltem a cuidar uns dos outros e do que constroem juntos.

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Para pais e mães

Orientação parental e desenvolvimento

Orientação parental individual ou em grupos: conversas para acompanhar pais e mães nos desafios da criação — vínculo, limites e cuidados — com curiosidade e sem julgamento.

Orientação Parental

Acompanhamento individual para pais e mães diante dos desafios cotidianos da criação.

  • Limites e cuidados
  • Vínculo e Apego seguro
  • Como falar com seu filho
Grupos e Conversas sobre Desenvolvimento

Encontros em grupo para trocar experiências sobre o desenvolvimento infantil.

Para terapeutas e profissionais

Supervisão, estudo e formação

Espaços de interlocução para terapeutas que desejam aprofundar suas práticas dialógicas, narrativas e colaborativas.

Supervisão Clínica

Interlocução individual sobre casos e práticas clínicas.

Grupos de Estudo

Encontros coletivos para aprofundar teoria e prática entre pares.

Formação em Práticas Dialógicas

Reflexão sobre práticas dialógicas, narrativas e colaborativas.

Publicações

Livros e artigos

Obras e artigos que participam do meu percurso no campo das práticas colaborativo-dialógicas, narrativas e construcionistas.

Livros

Obras coletivas das quais participo com capítulos de minha autoria.

Capa de Construcionismo social, colaboração e diálogo
Construcionismo social, colaboração e diálogo
Rizomas de teorias e práticas inovadoras em território brasileiro
Meu capítulo
Entre o Eu e o Outro: intersubjetividade, neurociência interpessoal e corregulação na terapia

Como os processos dialógicos e neurofisiológicos da corregulação emocional influenciam a experiência terapêutica? O capítulo integra a filosofia budista, a psicologia sociocultural de Vygotsky, o pensamento sistêmico de Bateson e a neurociência interpessoal de Siegel para explorar como a intersubjetividade e a sintonia relacional sustentam o processo terapêutico — convidando o terapeuta a cultivar um espaço de diálogo mais humano, responsivo e transformador.

Ver na Amazon
Capa de A construção social de práticas relacionais
A construção social de práticas relacionais
Diálogo e colaboração em ação · Org. Marilene A. Grandesso · Editora CRV
Meu capítulo
O processo dialógico como gerador de múltiplas possibilidades em um grupo terapêutico de casais (com Érica Santoro Lins Ferraz e Rafaela de Sousa Caldas)

Relato da experiência de um grupo terapêutico de casais LGBTQIAP+ conduzido a partir da concepção colaborativo-dialógica. Mostramos como o processo dialógico oportunizou transformações em diferentes dimensões — relações e posicionamentos, estrutura, formato, extensão e conteúdo — e como a investigação relacional orientou o processo terapêutico, terapia e pesquisa alimentando-se mutuamente.

Capa de Crescer com Propósito
Crescer com Propósito
A jornada da educação em casa, na escola e na sociedade · Editora Literare
Meu capítulo
Fortalecendo a resiliência familiar

O que é resiliência familiar e como cultivá-la em tempos difíceis? Um convite a olhar de forma mais terna e corajosa para a vida em família: vínculos, escuta, flexibilidade e cuidado mútuo ajudam famílias a atravessar crises, reorganizar emoções e construir esperança — a resiliência compreendida como processo relacional e dinâmico, não como traço individual fixo.

Ver na Editora Literare
Capa de Viajando por Histórias
Viajando por Histórias
As minhas, as suas, as nossas · Ruffino, C. e Leifert, M. G. M.

Livro desenvolvido com um grupo de adolescentes com histórico de autolesões e tentativas de suicídio, inspirado nas Práticas Narrativas Coletivas. Deste trabalho nasceu também a música Girassóis, da banda Kilotones.

Capa de Construcionismo Social: Discurso, Prática e Produção do Conhecimento
Construcionismo Social: Discurso, Prática e Produção do Conhecimento

“Minha admiração pelo que se oferece aqui não tem limites.” — Kenneth J. Gergen

Meu capítulo
Formação do mediador de conflitos numa perspectiva construcionista social (com Marisa Japur)

Descreve as práticas de formação de mediadores desenvolvidas no ConversAções: a mediação compreendida como jogo relacional, a linguagem como prática social e o desafio de propor uma prática pedagógica coerente com a perspectiva construcionista social — sem prescrever aos alunos “a forma de ser” construcionista.

Ver na Amazon
Capa de Social Constructionist Perspectives on Group Work
Social Constructionist Perspectives on Group Work
Org. Emerson F. Rasera · Taos Institute

Guia prático e inspirador que aplica as ideias do Construcionismo Social ao trabalho com grupos, com foco em como realidade e soluções são cocriadas através do diálogo e das relações.

Meus capítulos
The construction of the conversational context

Descreve como facilitadores e participantes constroem, juntos, o contexto conversacional do grupo: o acolhimento, os acordos de convivência e a circulação da palavra que permitem que cada um se expresse, se escute e negocie sentidos — condição para que o grupo se torne, de fato, dialógico.

Conversations to promote conversations

Apresenta conversas cujo propósito é gerar novas conversas: práticas grupais que ampliam vozes e perspectivas e convidam os participantes a seguir dialogando para além do encontro — nos grupos, nas famílias e nas comunidades.

Ver no Taos Institute

Artigos em revistas

Artigos publicados na Nova Perspectiva Sistêmica, revista do Instituto Noos.

NPSNova PerspectivaSistêmican. 83 · 2025
Caminhos de esperança: integrações entre Diálogo Aberto e Diálogo Antecipatório na crise suicida
Ruffino, C. — Nova Perspectiva Sistêmica, v. 34, n. 83, p. 21-33, dezembro 2025

Análise teórico-clínica integradora do Diálogo Aberto e do Diálogo Antecipatório no manejo da crise suicida. A partir de um caso clínico, ilustra como essas práticas se complementam na criação de espaços terapêuticos seguros e promotores de esperança — uma alternativa humanizada às práticas tradicionais no sofrimento psíquico agudo.

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NPSNova PerspectivaSistêmican. 64 · 2019
Viajando em novas histórias
Entrevista a Leifert, M. G. M. — Nova Perspectiva Sistêmica, n. 64, p. 129-134, agosto 2019

Entrevista sobre o trabalho com adolescentes em situação de risco — autolesões e ideação suicida — em uma escola municipal de Ribeirão Preto, inspirado nas Práticas Narrativas Coletivas de Denborough. O percurso que deu origem ao livro Viajando por Histórias e à música Girassóis.

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NPSNova PerspectivaSistêmican. 61 · 2018
Grupo Unidade e Grupo Diferença: o sim só pode ter sentido, se existe o não
Ruffino, C. — Nova Perspectiva Sistêmica, n. 61, p. 117-120, agosto 2018

Ecos do artigo de Marisa Japur, em homenagem à autora, grande amiga e parceira de trabalho. Entrelaça o atendimento a uma equipe multiprofissional de saúde, acompanhado por equipe reflexiva, com a história da construção do Instituto ConversAções — e o grupo como espaço de unidade e de diferença.

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NPSNova PerspectivaSistêmican. 55 · 2016
Mediação narrativa no contexto judiciário atual
Ruffino, C. — Nova Perspectiva Sistêmica, n. 55, p. 112-114, agosto 2016

A partir do artigo de Winslade e Monk, reflete sobre a mediação no judiciário brasileiro e o cuidado com casais parentais em processos de divórcio: mais do que produzir acordos, a mediação narrativa cria condições para novas narrativas de confiança e colaboração — com recursos como a escuta dupla e a contra-história.

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Colaboração em traduções

Publicações para as quais contribuí com as traduções de capítulos.

Capa de Contribuições do construcionismo social
Contribuições do construcionismo social
Perspectivas relacional-dialógicas a partir da América Latina · WorldShare Books · Taos Institute / TILAC

Publicação da WorldShare Books, vinculada ao Taos Institute e organizada no âmbito do TILAC — Taos Institute Latin America, Spanish & Portuguese Council. A obra reúne autores e autoras latino-americanos que contribuem para a expansão do construcionismo social em diferentes campos de prática, pesquisa e intervenção, valorizando saberes situados, práticas locais e a construção conjunta de sentidos. Participei com a tradução de dois capítulos, em continuidade ao meu percurso de estudo, prática e ensino no campo das abordagens colaborativo-dialógicas, narrativas e generativas.

Ver no Taos Institute
Capa de Construção Social em Ação
Construção Social em Ação
Contribuições da Conferência de 25 anos do Taos Institute · WorldShare Books

Publicação da WorldShare Books, vinculada ao Taos Institute, que reúne contribuições apresentadas na conferência de 25 anos do instituto — colocando em diálogo perspectivas relacionais, colaborativas e dialógicas de diferentes campos de prática e pesquisa. Participei desta publicação com colaboração na tradução.

Ver no Taos Institute
Blog

Reflexões sobre vínculos e diálogo

Artigos organizados em quatro conversas: terapia de casal, orientação parental, terapia e reflexões.

Terapia de casal

vínculo, comunicação e reconexão a dois
Destaque
Terapia de Casal: um espaço para o diálogo e a reconexão

Um ambiente onde é possível sair dos padrões habituais de comunicação para experimentar novas formas de escuta e expressão — ampliando a chance de restabelecer o diálogo e a conexão.

Ler no blog →

Orientação parental

criança, adolescente e educação — com textos de Cristina Ruffino e Aglaia Ruffino Jalles

Terapia

diálogo, práticas narrativas e de atenção plena

Reflexões

literatura, sociedade e vida contemporânea
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R. Prof. Alonso Ferraz, 81 — Alto da Boa Vista, Ribeirão Preto – SP, 14025-530
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